quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

MEU ARVOREDO







Disseste-me ser justo e não mentir
E nunca haver os males praticado
Que fúria usaste à falar de alguns
Que para ti viviam no pecado..

Pelas suas façanhas bem contadas
Pelas suas audácias consumidas
De fato és maior que outro qualquer
Conheço-te porém dessas jornadas...

Meu coração resignado e triste
Não pode condenar-te isso jamais
Aceito como premio o que me cabe...

Acato como fosse meu castigo
De haver plantado arvores erradas
Que se afundaram entre lamaçais!



Dorothy de Castro




2 comentários:

evandro junior disse...

Gostando peço a réplica, bonita
Dizendo e confirmando o que bem sou
Não sendo o porta voz da vã moral
Só nunca misturei amor com ódio
Façanhas não as tenho acumuladas
Apenas as que contigo adquiri
Assim, de modo infante, vê? me mostro
E nem sendo maior que outro qualquer
Mas homem tão somente hoje em dia
Pronta a receberes tu estando
Esse, recompensa ou sim, castigo
No tom do que bem quero pra nós dois
Acatando eu também o que Deus manda
Ao lado teu estar enquanto queira

(EB) O POETA DAS ROSAS

C. Dorothy disse...

Maravilhosa réplica poeta das Rosas...teus versos livres fazendo coro ao meu poema me deixa envaidecida... Obrigada amigo! bjs!

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