sábado, 30 de março de 2013

FÊMEA MALDITA


Bem morna e doce, bem maldita
E fêmea,  talvez loquaz,falo demais...
E sangro nas palavras  sensuais,
Pra ver se sentes, se mentes, se te excitas...

De joelhos, em meio a tuas pernas,
Mas sem te olhar nos olhos eu me ponho,
Não grito...Só gemendo, quase um sonho,
Te receber na boca e nas cavernas...

Vermelha a lingierie fica perdida,
No meio dos lençóis,meio de nós,
Um tango antigo abafa a nossa voz,
Eu mulherinha, busco em ti a vida!

Dorothy de Castro


1 comentários:

evandro junior disse...

Dorothy, venho render-te minha homenagem costumeira pelo brilhantismo com que derramas tua poesia, poesia da qual sou fã incondicional, boníssimo poema, amiga. Inspiração sempre

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