sábado, 26 de janeiro de 2013

POEMA DO MEU CORPO






Doce visão meu corpo, sustentado
Pelos teus braços que devassos treme,
Como um trovão, a sua voz me chama,
Diz que me ama e  geme tresloucado...

A minha boca sugas com loucura,
Sôfregos beijos, de molhados lábios,
A repartir comigo tanto  êxtase,
Tua saliva entregas em doçura...

Depois, descendo aos seios pequeninos,
Que entumecidos, róseos, se oferecem,
Sentindo o toque, antes de sabê-lo...

Eis o poema, quase terminado,
Meu corpo, tuas rimas obedecem...
Teus pelos, adormecem nos  meus pelos!

Dorothy de Castro.......ESCRITO COM BATOM









1 comentários:

evandro junior disse...

E por amar assim, sofregamente
Num encontro às estruturas abaladas
Não sou mais que um seguidor da mãe luxúria
Que manda, desmanda e só desfaz dessa razão

Desejando boa tarde (E.B.)

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