terça-feira, 11 de dezembro de 2012

VERSO ABSOLUTO










Quis o Poeta um dia,
Rasgando  seu peito amante,
Gravar uma poesia,
Num diamante mais bruto...

Fez o verso absoluto!

Quis o Poeta bobo,
Sonhar com o lírio branco,
Num esvair-se de pranto,
Beijou sua flor do lodo...

É de Poeta o arroubo !

Quis o Poeta louco,
De rastros, pedir à lua,
Que essa musa fosse sua,
Queria essa criatura...

É de Poeta a loucura!

E o céu à tempestear,
Disse à ele pra esperar...

Dorothy de Castro...ESCRITO COM BATOM



1 comentários:

evandro junior disse...

Vivamos dos sonhos que a corrente leva
Alimentemos desejosos o que pulsa o coração
Crendo que de sonhar se constroem coisas belas
Peçamos à mãe lua e ao seu Deus, também o nosso
Porque sonho que se torna realizado é tal poder
É espera em que o pai diz: eu sou por ti

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