terça-feira, 13 de março de 2012

POETA PROSCRITO

Te enlaço aqui,
no ruivo dos cabelos...
E a minha flor,
se abrindo em tua mão...
E eu toda nua finjo
a mocidade...
E te inoculo em tuas
veias grossas,
O meu veneno
que não mata nada...
Sou tua musa, 
vem amor me usa...
Seja um poeta 
proscrito...
E no infinito
 dessas cavernas...
Te quero duro,
muito  maduro...
Entre as minhas
 pernas!...


Dorothy de Castro           Poesias Pontilhadas



1 comentários:

evandro junior disse...

Gosto demais da tua poesia, assim, como apresentas, como sai de ti, nessa medida de romantismo com erotismo, uma sem anular a outra, como dois amantes afinados,numa simbiose, numa troca na qual os dois se encontram e num só olhar logo se entendem

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