terça-feira, 6 de agosto de 2013

SUBVERSÃO




...Desagrada-me saber-te longe
Diante de mim, apenas a xícara de café...
Um colar com um pendente,
a primeira letra do teu nome...

Estou doente de saudades...
Doente não... morta! enterrada viva...
Frente a frente comigo
escrevo e descrevo a cena...

Eu, você, a cama estreita...
Um bilhete subversivo, um pedido...
- Cante pra mim um bolero ?
E a luz vermelha batendo no meu rosto...

E agora a solidão a me extorquir poemas...
Como eu te amo...Te amo!

Dorothy de Castro

1 comentários:

evandro junior disse...

Mais um poema que entra para a sua extensa lista, mais uma vez passando pra te dizer parabéns.

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