terça-feira, 25 de junho de 2013

VERSO NOTURNO



Peça...peça mais, normais poemas
A fome de versos traz os temas
Escritos em becos estreitos sem rumo
Sem prumo em desequilíbrio...

Me fale do seu leito mais vazio
Do frio que o cobertor conhece
Fale da prece que fazes por mim
E ainda assim  não me tens...

Acenda os holofotes sob a telha
Na luz vermelha que se espalha
Corpos nus, coisa que o valha
Delira e  sinta o mel da abelha...

Verso noturno...neurótico...
Um grito rouco,
psicótico...
De algum poeta louco!

Dorothy de Castro

1 comentários:

evandro junior disse...

Mais um poema de excelência, Dorothy, que nos leva a pensar no amor perfeito, natural e mais forte que sem cobranças é belo, bem como cantas no teu poetar.

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