quinta-feira, 21 de abril de 2011

BEIJOS VERMELHOS

Eu do teu corpo, quero a rigidez
Que tens nas mãos, por mim
À latejar...
E como num filme na tua cabeça
Deixa que cresça,  teu amor um pouco
Num arquejante e  louco desejar...
Nem fera eu sou, e já me vês as garras,
Em doces farras à te passar nas costas,
E sei que gostas de sentir tranquilos
Os meus mamilos nelas se encostar...
E ai você me  chama como um lobo
Louco de fome desejando a prêsa
E a lua incrédula assiste o bacanal...
Depois vou tatuar tua barriga
Com esse  lirismo de poeta louca
Beijos vermelhos à sangrar na boca
Porque és assim, pra mim, meu bem
Meu  mal!!!

Dorothy de Castro Orgasmo Poético

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