sábado, 8 de janeiro de 2011

SEM SAIDA

Meu corpo é chama
da madeira viva,
Que emerge da saudade
adormecida,
Profetizando a dor
dessa paixão...
Meu coração na certa,
se alimenta
De uma esperança,
ou beco sem saida
Onde um oráculo ,
me concede a paz...
Divorciada da libertinagem,
eu deixo essa volúpia
Sossegada...
Não me converto em deusa
permissiva,
Apaixonadamente tão lasciva,
a minha boca já não beija mais!!!

Dorothy de Castro

1 comentários:

Lucinete disse...

amei estas palavras!!! muito bonitas !!!

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