sexta-feira, 12 de novembro de 2010

AMOR DE PERDIÇÃO

Porque insisto sempre,
me transformar, na bela
Da tarde enlouquecida...
Na paulicéia  quente,
que vai ao seu encontro...
Com pensamentos tontos,
e com saudades tantas,
Porque ficar plantada,
à te esperar confusa,
Se o teu amor abusa
do meu que é quase tudo,
E o teu que é quase nada...
se eu resolvesse agora
Num gesto jogar fora,
tua risada linda...
Porque esse amor ainda,
é minha perdição...
E pra matar a sede,
quatro paredes  nossas,
Fazendo vistas grossas,
aos corpos e à paixão!!!

Dorothy de Castro- Livro Orgasmo Poético

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