quinta-feira, 16 de setembro de 2010

VERSO VIVO

Vieste  dar corpo
 ao  beijo,
Que essa noite,
Num galopar em ti
fui preenchida,
No sonho que tivemos
tu e eu...
A minha lingua solta
num labor,
De  passear fogosa
o corpo teu...
Que  em desespero
me fazia louca,
Não me deixando parar,
mordendo a boca,
Sugando o mel,
de todo o teu amor,
Doce e lascivo...
Quando acordamos
contemplando a cena,
Os dois  deitados,
dentro de um poema...
E a nossa boca,
beijava um verso vivo!!!

Dorothy de Castro Autora Orgasmo Poético

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