quarta-feira, 19 de maio de 2010

POETA NÃO MORRE

Deixa ferver o caldo
no caldeirão da bruxa,
sente-se aqui
do meu lado,
Vou te falar
do passado,
Onde tiveste um amor
que te beijava na boca,
Tão inocente e tão louca
tão menina e tão mulher...
Que avistava o teu terreiro,
e com a boca num berreiro,
cantava um tango qualquer...
Que brigava de ciumes
do seu amor de menino,
Ve dentro do caldeirão?
um vermelho coração
cozinhando  no destino...
O que mais queres saber,
quanto tempo vais viver
Se aqui fica  ou
se não fica?
Ja me disse um feiticeiro
num verso bem verdadeiro
Poeta, se petrifica!!!!

Dorothy de Castro- Autora Orgasmo Poético

1 comentários:

Marcos Santos disse...

olá parabens pelos seus poemas são divinos convido vc a visitar meu site http://marcossantosnascimento.com.br/

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